Sem-vergonha
Assim sempre
Anão nunca
Sem pergunta
Junta muita
Pouca vergonha
Seu pamonha
Sem vergonha
Ponha lenha
Nessa chama
Nossa fogueira
Chama sempre
Pr’essa pouca
Pressa tamanha
Ponha sempre
Sem pergunta
Cem pamonhas
Nessa fogueira
Nunca há chama
(Muita pressa)
Pouca lenha
Nossa vergonha
...
(Ah, não junta
Pr’essa tamanha
Sempre chama)
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007
Qual o preço, João?
A que preço, João
Apagarás a dor do teu coração?
Esquece o sofrimento
Espanta esse tormento
Que a paz te apega tal cimento
Esquenta esse café
Te bota já de pé
Porque a hora já passou
Então recolhe o que restou
Começa tua (nova) empreitada
Degrau por degrau, sobe essa bendita escada
Rumo à estrada da verdadeira vida
Então qual o preço, João?
Do novo enredo do teu coração?
Esquece esse passado
Espanta esse fantasma
Que por tanto te assombrou a alma
Esquenta o cabaré
Te bota numa de “já é!”
Porque tua hora já chegou
Então não me diz que amarelou!
Conheça tu a nova Maria
Tijolo por tijolo, faz o que qualquer um faria
Porque o preço que for necessário
Tu paga até no crediário
Cheque passado,
Limite estourado
Mas paga sem preocupação
O valor da tua prestação
Porque o preço que for necessário
Tu paga até no crediário
Cheque passado,
Limite estourado
Mas paga sem preocupação
O valor de mais uma prestação.
A que preço, João
Apagarás a dor do teu coração?
Esquece o sofrimento
Espanta esse tormento
Que a paz te apega tal cimento
Esquenta esse café
Te bota já de pé
Porque a hora já passou
Então recolhe o que restou
Começa tua (nova) empreitada
Degrau por degrau, sobe essa bendita escada
Rumo à estrada da verdadeira vida
Então qual o preço, João?
Do novo enredo do teu coração?
Esquece esse passado
Espanta esse fantasma
Que por tanto te assombrou a alma
Esquenta o cabaré
Te bota numa de “já é!”
Porque tua hora já chegou
Então não me diz que amarelou!
Conheça tu a nova Maria
Tijolo por tijolo, faz o que qualquer um faria
Porque o preço que for necessário
Tu paga até no crediário
Cheque passado,
Limite estourado
Mas paga sem preocupação
O valor da tua prestação
Porque o preço que for necessário
Tu paga até no crediário
Cheque passado,
Limite estourado
Mas paga sem preocupação
O valor de mais uma prestação.
Fome
É o que consome
Por dentro
Por fora
Entranha, encolhe e jorra
Estranha, a morte se aproxima
Por baixo
Encima
Explode e sacode
Menina, dos olhos
Que brilha
Que pinga
A lágrima dos olhos
Por claro, do barro
Soprado e modelado
Das mãos, divinas
Sem choro, consolo
O ouro,
Jamais me alucina
Mas brilha
Mas vale
O que de cá não se leva
Minh’alma
Se eleva
Se entrega
À fome de comida,
De sonhos,
De pinga,
Ternura, de candura
Mas nunca,
Jamais, chora o ouro,
Que é pão
Dos infelizes iludidos,
Que choram,
Que imploram,
Por um pouco de consolo
Perdidos, famintos,
Esquecidos de que o que vale
É o que no coração se aloja
Pois loja
É forja
Pois ouro
É tolo
Da terra,
À terra torna
E a alma implora
Declara que o amor é o melhor consolo
É o que consome
Por dentro
Por fora
Entranha, encolhe e jorra
Estranha, a morte se aproxima
Por baixo
Encima
Explode e sacode
Menina, dos olhos
Que brilha
Que pinga
A lágrima dos olhos
Por claro, do barro
Soprado e modelado
Das mãos, divinas
Sem choro, consolo
O ouro,
Jamais me alucina
Mas brilha
Mas vale
O que de cá não se leva
Minh’alma
Se eleva
Se entrega
À fome de comida,
De sonhos,
De pinga,
Ternura, de candura
Mas nunca,
Jamais, chora o ouro,
Que é pão
Dos infelizes iludidos,
Que choram,
Que imploram,
Por um pouco de consolo
Perdidos, famintos,
Esquecidos de que o que vale
É o que no coração se aloja
Pois loja
É forja
Pois ouro
É tolo
Da terra,
À terra torna
E a alma implora
Declara que o amor é o melhor consolo
Assinar:
Comentários (Atom)
